Torpor de mundo

Aproxima-se o Natal de Cristo.

Quero, por isso, deixar aqui um poema dedicado ao Cristo de Todos os Caminhos:

Torpor de Mundo

Quero sacudir de mim
este torpor de mundo,
esta poeira de tristeza,
este enjoo.

Sacudir de mim
o pó da tarde.

Sacudir de mim
o gosto amargo das indecisões,
o gosto amargo das esquinas,
o gosto amargo de todos os pecados.

Quero sacudir de mim
este silêncio
que é um grito de dor.

E dizer-te, amigo,
forasteiro de todas as estradas,
que tens as vestes rasgadas
e não tens pão
e não tens água,

dizer-te, amigo,
eternamente dizer-te, amigo Cristo
de todos os caminhos:

Eu te amo!
Eu te amo!
Eu te amo!

Lucimar.
Natal, 22 de dezembro de 2014.

A imagem foi copiada da Internet em ultradownloads.com.br.

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Publicado por frater12014

Busco aprimorar minha poesia. Faço atualmente a releitura do meu último livro, "Mar em Mim", corrigindo alguns versos de poemas recentes.

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