Temos apresentado aqui os “desafios” em versos, entre os membros do grupo “Poenautas”, de velhos homens do mar. Continuação do desafio (Rocha e Lucimar) Rocha de Oliveira: Bem cedo de madrugada, vagueia meu pensamento, na praia toda enfeitada pelos caprichos do vento… Ando lento e pensativo entre os destroços que o mar no seu arfarContinuar lendo “Continuação do desafio (Rocha e Lucimar)”
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Continuação do desafio
Ontem comecei a publicar aqui alguns desafios em versos, ao correr do ano de 2004, do grupo “Poenautas”, constituído por velhos homens do mar, oficiais de marinha reformados. Aí vai a continuação: Rocha de Oliveira Trabalha um pouco mais lento Oh, amigo Lucimar! Que inspiração é como o vento Bem o sabes, pois és doContinuar lendo “Continuação do desafio”
“Desafio” sobre razão versus coração
Houve um tempo em que debatíamos em versos, por e-mail, meu amigo Rocha de Oliveira, colega de profissão, e eu próprio. Destaco aqui alguns trechos de um desses “desafios”. O tema acabou sendo a oposição razão versus coração. No meio do desafio, em dado momento, mandei ao Rocha estas redondilhas: Veja, então, querido amigo, que as ânsiasContinuar lendo ““Desafio” sobre razão versus coração”
Poesia do trabalho
Meu amigo Daltro de Oliveira, que registrou muitas de suas atividades em navios da gloriosa Marinha do Brasil, enviou-me a foto abaixo, como um desafio, alguns anos atrás. Tratava-se de uma faina em navio balizador, da Diretoria de Hidrografia e Navegação. Eis a resposta: Poesia do Trabalho Deve ser assim: poesia do trabalho, poesia daContinuar lendo “Poesia do trabalho”
Borboletas
Borboletas que voam, beleza que se espalha no ar. Belas borboletas são a imagem utilizada no poema de hoje, para falar de amor. Borboletas Borboletas livres são belas. Porque a borboleta é bela. Porque a liberdade é bela. Mais belo que uma bela borboleta livre, só um coração livre para amar. Amor e liberdade sãoContinuar lendo “Borboletas”
Um sorriso
Minha primeira vida terminou a 23 de abril de 2007, quando faleceu Hildette, a primeira esposa, depois de longo sofrimento. No meio da saudade que chegou depois, recordei um fato ocorrido em seu último aniversário, a 28 de dezembro de 2006. Ela fazia 70 anos e estava muito esquecida, devido à doença. Não houve festa,Continuar lendo “Um sorriso”
Navios de papel
Estou morando em Natal/RN pela quinta vez. A primeira, na infância, dos cinco aos 13 anos (1945-1953). Depois, já na Marinha, quando servi na Corveta “Forte de Coimbra”, entre 1966 e 1969. Voltei em 1973, para ser assistente do Comando Naval de Natal, ficando até 1975. A quarta vez, depois de conhecer a Edna, entreContinuar lendo “Navios de papel”
Viver cada dia
Um novo poema, para alegrar nosso dia. Viver cada dia Viver cada dia é uma estratégia de felicidade. Viver o sol ou a chuva, o vento ou a tempestade, a excitação ou o silêncio. Viver a paisagem luminosa, o azul brilhante do céu ou o ar pesado das nuvens no horizonte. Viver a rua barulhenta,Continuar lendo “Viver cada dia”
Preparando a peixada
Um soneto escrito tempos atrás me incomodava. Eu achava que o motivo era forte, mas não gostava muito do ritmo dos versos. Embora alguns sonetos de grandes poetas alternem decassílabos heroicos e sáficos – veja-se o famosíssimo “Meu ser evaporei na lida insana”, de Bocage -, um sonetista menor como eu não se pode darContinuar lendo “Preparando a peixada”
Encontro
Encontro Um encontro de mãos, e de peles, e de dores, e de sonhos, e de cores… Um encontro de vida e de luz, e de sombras, e de sons, e de anseios… Um encontro no tempo, na rua, na lua, uma trama na cama… Um encontro de duas almas, duas palmas, dois corações, duasContinuar lendo “Encontro”