Continuação do desafio (Rocha e Lucimar)

Temos apresentado aqui os “desafios” em versos, entre os membros do grupo “Poenautas”, de velhos homens do mar. Continuação do desafio (Rocha e Lucimar) Rocha de Oliveira: Bem cedo de madrugada, vagueia meu pensamento, na praia toda enfeitada pelos caprichos do vento… Ando lento e pensativo entre os destroços que o mar no seu arfarContinuar lendo “Continuação do desafio (Rocha e Lucimar)”

Continuação do desafio

Ontem comecei a publicar aqui alguns desafios em versos, ao correr do ano de 2004, do grupo “Poenautas”, constituído por velhos homens do mar, oficiais de marinha reformados. Aí vai a continuação: Rocha de Oliveira Trabalha um pouco mais lento Oh, amigo Lucimar! Que inspiração é como o vento Bem o sabes, pois és doContinuar lendo “Continuação do desafio”

“Desafio” sobre razão versus coração

Houve um tempo em que debatíamos em versos, por e-mail, meu amigo Rocha de Oliveira, colega de profissão, e eu próprio. Destaco aqui alguns trechos de um desses “desafios”. O tema acabou sendo a oposição razão versus coração. No meio do desafio, em dado momento, mandei ao Rocha estas redondilhas: Veja, então, querido amigo, que as ânsiasContinuar lendo ““Desafio” sobre razão versus coração”

Poesia do trabalho

Meu amigo Daltro de Oliveira, que registrou muitas de suas atividades em navios da gloriosa Marinha do Brasil, enviou-me a foto abaixo, como um desafio, alguns anos atrás. Tratava-se de uma faina em navio balizador, da Diretoria de Hidrografia e Navegação. Eis a resposta: Poesia do Trabalho Deve ser assim: poesia do trabalho, poesia daContinuar lendo “Poesia do trabalho”

Preparando a peixada

Um soneto escrito tempos atrás me incomodava. Eu achava que o motivo era forte, mas não gostava muito do ritmo dos versos. Embora alguns sonetos de grandes poetas alternem decassílabos heroicos e sáficos – veja-se o famosíssimo “Meu ser evaporei na lida insana”, de Bocage -, um sonetista menor como eu não se pode darContinuar lendo “Preparando a peixada”