Tempos de Sonho

Um antigo soneto, escrito em maio de 2011, sofreu uma releitura, hoje, para publicação neste espaço. Fiquei na dúvida entre manter o antigo título, “Último Sono”, ou renomeá-lo, como “Tempos de Sonho”. Preferi este último. Tempos de Sonho Brigues, naus, caravelas, que saudade Dos tempos de Oceano e de Aventura! Tangidos pelo vento, em noiteContinuar lendo “Tempos de Sonho”

Água Murcha

Estou preparando uma próxima publicação de poemas, nos cânones clássicos: sonetos e redondilhas. À medida que for revisando cada um desses poemas, vou publicá-los aqui, para eventuais críticas. O primeiro deles é o soneto “Água Murcha”, que inicialmente escrevi para minha filha Ana, em 2005, quando ela assumiu, no trabalho, a área dos Direitos Ambientais.Continuar lendo “Água Murcha”

Doce menina

Amigos: Estimulado por vocês, que curtem, comentam e compartilham meus poemas, voltei a escrever com certa frequência.Hoje pela manhã veio-me a ideia de uma pequena joia. Daí surgiu este soneto: Doce meninaUma pequena joia, envelhecida,Numa caixinha velha, pequenina,Lembrou-me de você, doce menina,Muitos anos atrás, quase esquecida! Era um dia qualquer. Eu, de partidaPra mais umaContinuar lendo “Doce menina”