Quem terá razão?

Amigos: Desde ontem estou sem o Office. Houve um pequeno “acidente” no meu computador e fiquei assim. Então estou escrevendo esta mensagem diretamente na minha página do Facebook. Não tenho como acessar o Word, pelo menos até amanhã, e, por isso, não posso pesquisar os arquivos com meus poemas. Não faz mal. Há um poemaContinuar lendo “Quem terá razão?”

Deriva

A redondilha – verso redondo – teve origem na Espanha e generalizou-se em Portugal no século XVI, referindo-se inicialmente a qualquer verso curto; a estrofe poderia usar qualquer número de versos e tipo de rima. Mais tarde passou a designar os versos pentassílábicos (redondilha menor) e os heptassílábicos (maior), em oposição popular à estrofe líricaContinuar lendo “Deriva”

Alvorecer na Rasa de Guaratiba

            Quando minha primeira esposa, Hildette, estava ficando esquecida, antes da enfermidade que a levou à morte, dediquei-lhe o poema que hoje lhes mostro: Alvorecer na Rasa de Guaratiba Na Rasa de Guaratiba encontrei meu grande amor,  entre gaivotas ligeiras esperando o sol se pôr… Toda tarde, elas se chegam,Continuar lendo “Alvorecer na Rasa de Guaratiba”

Liturgia e Presença silenciosa

Desde que comecei a postar aqui meus poemas, de vez em quando me assalta a dúvida quanto à frequência de postagem. Mas hoje vou passar além dessa dúvida, porque tenho dois outros poemas que muito têm a ver com este primeiro, que publiquei logo pela manhã. O primeiro desses dois poemas é uma espécie deContinuar lendo “Liturgia e Presença silenciosa”

Pés descalços

Hoje, domingo, um poema mais alegre, pois, apesar de tudo, a vida continua!Pés descalços Para EdnaPés descalços, nus,no areal sem fim,mares tão azuis,pôr de sol carmim… Só nós dois ali,neste mundo aflito,rolando no espaçodo céu infinito… Crepúsculo cego que cai sobre o mar,e horizonte vasto,aberto, a chamar… Soltos pela vida,livres para amar,sem limite ou rumoa voar,Continuar lendo “Pés descalços”