Homenagem a meu saudoso filho Marcelo Padilha Luciano de Oliveira Um dia, eu iniciara um poema… Foi o tempo que passou foi a vida que passou foi a morte que passou… Tão perto a morte passou… A tarde era fria, a tarde era triste, a tarde era feia e eu tão sozinho na tarde! ComoContinuar lendo “Pássaro ferido”
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Silvery whale
Especialmente para quem curte poesia na língua inglesa Amigos, vou republicar aqui a versão para o inglês do poema “Baleia Cinza”, feita por meu estimado amigo Antonio Sepulveda, uma vez que, deixando abaixo da publicação feita vários dias atrás, não recebe o destaque que merece: Silvery whale By Lucimar Luciano de OliveiraTranslated into English by AntonioContinuar lendo “Silvery whale”
Nascimento
Para hoje, um soneto, escrito quando preparava o livro “Estado de Poesia”, em final de 2008: Nascimento Eu nasci sob a luz de um candeeiro, Numa distante e quente madrugada, Minha mãe sobre a cama, ensanguentada Meu pai a suar frio, o tempo inteiro. Perdi o acalentar doce e maneiro E infelizmente não sabia nadaContinuar lendo “Nascimento”
Nós do coração
Escrevi este poema hoje, às 11 da manhã: Nós do coração Não sei por que, hoje acordei contente, E olhando o mundo com este novo olhar E querendo abraçar a toda gente E a cada um e a todos abraçar… Não achei as palavras que queria Para encontrar meu rumo ou direção, E afastar doContinuar lendo “Nós do coração”
Pobreza fatal
Um momento de reflexão sobre a pobreza, que ofende o sentimento humano! Pobreza fatal Pra onde leva essa ponteque atravessa o lodaçal,bem defronte de três casasde uma pobreza fatal? Talvez que leve pro sonhode encontrar a liberdadede ser alguém como os outrose viver com qualidade. Ou, quem sabe, ao cemitério,que é lugar pra descansaros pobresContinuar lendo “Pobreza fatal”
Coração mudo
Hoje, 3 de abril, minha saudosa irmã Lúcia, falecida a 3 de março de 2012, faria 69 anos. Foi uma pessoa extremamente dedicada aos pais, aos irmãos, aos filhos, aos netos, aos amigos, enfim, a todos que com ela tiveram a oportunidade de privar. Por ela, uma prece, sabendo que certamente terá recebido do PaiContinuar lendo “Coração mudo”
Perto e longe
Um poema para meditar à noite: Perto e longe Perto e longe são apenas referências relativas. Você pode estar bem longe de alguém que está muito perto e pode sentir que está perto de alguém que está muito longe, porque dentro ele se encontra de sua alma translúcida. Não importa quanto esteja longe meu navioContinuar lendo “Perto e longe”
O herói e a crise
O poema de hoje não se refere a qualquer pessoa definida, mas retrata certo tipo de cidadão, tido como herói, e sua reação à crise que o acometeu. O herói e a crise Homem rico, sensível, diligente,Considerado sempre como herói,Alto, bonito, pose de caubói, Comandava, na indústria, muita gente. “Um poço de virtudes”, certamente,Se propalava dele,Continuar lendo “O herói e a crise”
Baleia cinza
Quantas vezes, no alto-mar, nos deparamos com ela? Quantas vezes, navegando por longas horas, de repente aparece a inocente companheira de viagem? A ti, Baleia Cinza, dedico este humilde poema: Baleia cinza De onde vens, baleia cinza, que acompanhas meu navegar sombrio? De onde vens, furtiva, fugidia, queContinuar lendo “Baleia cinza”
Homenagem a minha filha Ana
Hoje, quero publicar aqui um poema escrito a 7 de agosto de 1974. Vi quando trouxeram a menina da sala de parto, logo depois de nascer. A enfermeira a segurava nas mãos suspensas, como uma oferta preciosa ao mundo. Fiquei ali, esperando que a pusessem no berçário. Através da vitrine, podia agora examiná-la emContinuar lendo “Homenagem a minha filha Ana”