O herói e a crise

Acho que esse meu poema, de algum tempo atrás, é bastante oportuno: O herói e a crise Homem rico, sensível, diligente, Considerado sempre como herói, Alto, bonito, pose de caubói, Comandava, na indústria, muita gente. “Um poço de virtudes”, certamente, Propalava-se dele, como sói Acontecer com aquele que constrói Um tal império, enfim, sem concorrente.Continuar lendo “O herói e a crise”

A morena de Santana

Por falar em redondilha, segue uma que escrevi, respondendo a desafio do meu amigo Daltro Ollveira, do grupo dos Poenautas. Ele remetera a fotografia de uma jovem mulher, natural de Santana (AP), cuja história de vida se assemelha à de muitas outras jovens, por esse Brasil afora. Transcrevo a redondilha, ilustrada por outra fotografia, destaContinuar lendo “A morena de Santana”

Os barcos da minha terra

Os barcos da minha terra, de brancas velas austrais, cantavam canções ligeiras no embalo dos meus terrais. E as noturnas cicatrizes das lembranças cordiais varriam minhas tristezas, afastando-as mais e mais. Os barcos da minha terra, entre os rios do meu cais, navegavam cercanias dos meus voos marginais. Povoavam muitas milhas de saudades ancestrais, matando-meContinuar lendo “Os barcos da minha terra”

Pelo Dia Internacional da Mulher

Três anos atrás, nesta mesma data, compus o poema a seguir transcrito, para homenagear a Mulher, em seu Dia Internacional. Pelo Dia Internacional da Mulher Mulher, tu és a essência de todos os abismos, tu és a sombra de todas as árvores frutíferas, tu és o sol de todas as manhãs! Mulher, tu és oContinuar lendo “Pelo Dia Internacional da Mulher”