Meus amigos e minhas amigas: O soneto, que escrevi, no Rio de Janeiro, a 18 de setembro de 2003, contém dois acrósticos: “Iracema” (primeiro quarteto e segundo terceto) e “Ternura” (segundo quarteto e primeiro terceto). Procurem descobrir. Alísio Irradia a manhã sobre a cidade, Renova o Sol a vida em cada canto. A vida, intensaContinuar lendo “Alísio”
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Lírios
Lírios “Olhai os lírios do campo. Eles não trabalham nem fiam. E, no entanto, eu vos asseguro que nem Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como um deles.” (Mateus 6, 28,29). Olhai os lírios: contentes, sem trabalho ou fiação, ostentam vestes ardentes em cada flor ou botão… E tais vestes, cintilantes, brotam lindas,Continuar lendo “Lírios”
O cedro e o grão de mostarda
O cedro e o grão de mostarda (textos da missa do 11º Domingo Comum) “Assim diz o Senhor Deus: ‘Eu mesmo tirarei um galho da copa do cedro […] e o plantarei sobre o alto monte de Israel. Ele produzirá folhagem, dará frutos e se tornará um cedro majestoso. Debaixo dele pousarão todos os pássaros,Continuar lendo “O cedro e o grão de mostarda”
Pelo Dia dos Namorados
À minha amada, pelo Dia dos Namorados: Que é o amor se não esse aperto no peito, essa vontade de estar junto, esse desejo de aconchego, de abraço, de calor da pessoa escolhida? Que é o amor se não essa coisa gostosa de querer bem, de olhar nos olhos e dizer palavras carinhosas soltas aoContinuar lendo “Pelo Dia dos Namorados”
Vida e morte
Depois de muito tempo sem publicar, vai um poema hoje Vida e morte Ah, me deixassem partir, me deixassem buscar a manhã que perdi! Me deixassem o mundo, as coisas, o céu de fumo, os automóveis, me deixassem nu, na estrada longa deste amanhecer… Ah, me deixassem essas mãos monstruosas que me alcançam, essas imagensContinuar lendo “Vida e morte”
O Amor que se revela
Amigos: Estamos na Semana Santa e aproxima-se a Páscoa da Ressurreição, a grande festa de todo cristão católico! Por isso, deixo abaixo meu poema “O Amor que se revela”, uma modesta homenagem deste poeta à Santíssima Trindade: O Amor que se revela No coração do Pai canta o Amor. Com Ele estão o Verbo, gerado,Continuar lendo “O Amor que se revela”
Quando acordei
Poema do meu próximo livro “Mar em mim”: Quando acordei Quando acordei havia partido daquele cais cheio de gente e tinhas ficado lá, e pressenti que tinhas permanecido para sempre lá. Era muito cedo: o mar dizia baixinho nas vigias um ciciar dolente cantando cantigas de ninar e a madrugada percorria o tombadilho e oContinuar lendo “Quando acordei”
Saúdo esta noite
Do meu próximo livro, “Mar em mim”, a ser lançado a 23 de abril, segue mais um poema de paixão: Saúdo esta noite Saúdo esta noite que me traz teu cheiro, cheiro de madressilvas e flores do mato, cheiro de terra molhada e chuva benfazeja, cheiro de sorriso manso em boca de mulher… Saúdo estaContinuar lendo “Saúdo esta noite”
Homem e mar
O que têm entre si Homem e Mar? Homem e mar (um poema de A a Z) Abraças a manhã cinzenta e fria, que traz, de longe, o açoite crispado dos ventos do mar. Beijas, no ar, o voo branco das gaivotas peregrinas, traços perdidos como desenhos vãos. Caminhas, no espaço louco dos teus olhos,Continuar lendo “Homem e mar”
Estranho coração
Que estranho coração é esse que bate em mim? Estranho coração Que estranho coração é esse que bate em mim e clama pelo amor, toda hora, todo dia? Que estranha chama é essa que arde aqui, e quer mais, e mais, amar, e amar o infinito? Que dor é essa que sinto, mesmo quando estouContinuar lendo “Estranho coração”