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Busca

Hoje, um poema de Mar. Busca Procuro a palavra que me descreva este profundo, lúcido e desperto atlântico-sulíssimo, em tom de azul. Meço o silêncio que há no ar enchendo meus pulmões e minha alma de uma vontade doida de voar, voar, voar, até morrer. Firo esse espaço que me expande ao céu, no desencontroContinuar lendo “Busca”

Publicado porfrater120148 de outubro de 2014Publicado emUncategorizedDeixe um comentário em Busca

Telhado de Menino

Há um poema, de uns dez anos atrás, por que tenho especial predileção. Se já o publiquei aqui, perdoem-me. É que hoje bateu no coração uma grande saudade daqueles tempos… de chuva no telhado: Telhado de Menino Telhado meu, em musgo liquefeito, nas goteiras de dor do meu jardim, os teus rios de chuva, emContinuar lendo “Telhado de Menino”

Publicado porfrater120146 de outubro de 2014Publicado emUncategorizedDeixe um comentário em Telhado de Menino

Retorno

RETORNO Homenagem a Tarciso – “Capiba” – nos dois anos de seu falecimento. Deixei a casa que antes me abrigava, no cálido silêncio do passado, o branco dos lençóis, o verde dos jardins, o cheiro bom de café, em horas matinais… Deixei as sombras das gentis figuras penduradas no céu da minha infância, constelações eContinuar lendo “Retorno”

Publicado porfrater120144 de outubro de 2014Publicado emUncategorizedDeixe um comentário em Retorno

Lírios

Mudando o tom: agora um poema menos sombrio: Lírios “Olhai os lírios do campo. Eles não trabalham nem fiam. E, no entanto, eu vos asseguro que nem Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como um deles.” (Mateus 6, 28,29). Olhai os lírios: contentes, Sem trabalho ou fiação, Ostentam vestes ardentes Em cada florContinuar lendo “Lírios”

Publicado porfrater1201414 de setembro de 2014Publicado emUncategorizedDeixe um comentário em Lírios

Espelho

Lembrando um velho amigo, que me inspirou esses versos, publico hoje um soneto, escrito alguns anos atrás: Espelho Passei a vida em vão, não caminhei direito, Não floresci no campo, como os alvos lírios, Deixei passar os anos, loucos, como círios, Abrindo o coração, o corpo insatisfeito. Mas sempre procurei descobrir algum jeito De encher-meContinuar lendo “Espelho”

Publicado porfrater1201412 de setembro de 2014Publicado emUncategorizedDeixe um comentário em Espelho

Meridiano

Reconheço que meu poema de ontem, “Viajante”, era muito ardente. Hoje vou variar, trazendo o soneto “Meridiano”, que escrevi a 13 de março deste ano, num diálogo muito produtivo com o grande poeta e amigo Roberto Lima de Souza: O Verdadeiro Meridiano Neste tempo de dor e desengano, Quando já chega o outono da agonia,Continuar lendo “Meridiano”

Publicado porfrater120149 de setembro de 2014Publicado emUncategorizedDeixe um comentário em Meridiano

Viajante

O poema de hoje é proibido para menores: Viajante Lábios quentes, vermelhos, entreabertos, Que aos meus juntei num jogo de ternura, Lábios de mel, de sal, de sol, despertos, Como a lua no céu em noite escura. Que eu beijei tantas vezes, fascinado, Olhos fundos, sentindo o rosto em brasa… O corpo em fogo ardente,Continuar lendo “Viajante”

Publicado porfrater120148 de setembro de 2014Publicado emUncategorizedDeixe um comentário em Viajante

Chuva Fria

Para o fim de semana, um poema que exprime a saudade de alguém que partiu: Chuva Fria Já faz um tempo que essa chuva fria Enche-me o coração enamorado De insólita lembrança do passado, Saudade, enfim, da tua companhia. E vejo, pelas frestas da agonia, Rua molhada, o amor de braço dado, Casal feliz andandoContinuar lendo “Chuva Fria”

Publicado porfrater120146 de setembro de 2014Publicado emUncategorizedDeixe um comentário em Chuva Fria

Mundo Caduco

Um soneto, hoje, para reflexão: Mundo Caduco Sentei-me nesta praia, olhando o mar. Há pouco vento, apenas uma brisa Que sopra leve, anêmica, indecisa, Entre a luz do farol e o quebra-mar. Aqui cheguei bem cedo, pra pensar Sobre um mundo caduco, que agoniza Sem destino, sem fralda e sem camisa Sem direção, sem norteContinuar lendo “Mundo Caduco”

Publicado porfrater120144 de setembro de 2014Publicado emUncategorizedDeixe um comentário em Mundo Caduco

Restos

Minha amada viajou. Por isso, lhe dedico este soneto de hoje: Restos Na penumbra da sala, amarelado, Jaz um toco de vela carcomida, E eu me curvo, em silêncio, sobre a vida Que nós dois construímos no passado. Acendo a vela e o canto iluminado Acorda a noite. A sala adormecida Parece um cais emContinuar lendo “Restos”

Publicado porfrater120141 de setembro de 2014Publicado emUncategorizedDeixe um comentário em Restos

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