Hoje trabalhei este soneto: Marinheiro Quero falar do mar, eu, marinheiro, Acostumado às grandes travessias, Que naveguei em tantas ventanias, Pelo mundo, sem casa e sem dinheiro… Da vida que vivi, o tempo inteiro, Sem família e sem lei, de mãos vazias, Argonauta de sonho e valentias, Dom Quixote de bar, sem escudeiro… Aqui, naContinuar lendo “Marinheiro”
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Tempos de Sonho
Um antigo soneto, escrito em maio de 2011, sofreu uma releitura, hoje, para publicação neste espaço. Fiquei na dúvida entre manter o antigo título, “Último Sono”, ou renomeá-lo, como “Tempos de Sonho”. Preferi este último. Tempos de Sonho Brigues, naus, caravelas, que saudade Dos tempos de Oceano e de Aventura! Tangidos pelo vento, em noiteContinuar lendo “Tempos de Sonho”
Hora do Amor
Continuando com o projeto de postar aqui os poemas selecionados para uma próxima publicação, hoje vou lembrar desta hora, entre o dia e a noite, do pôr do sol e do crepúsculo, que toca a alma de todos nós: Hora do Amor Esta é a hora que chega, da ansiedade, Depois que o Sol partiu,Continuar lendo “Hora do Amor”
Água Murcha
Estou preparando uma próxima publicação de poemas, nos cânones clássicos: sonetos e redondilhas. À medida que for revisando cada um desses poemas, vou publicá-los aqui, para eventuais críticas. O primeiro deles é o soneto “Água Murcha”, que inicialmente escrevi para minha filha Ana, em 2005, quando ela assumiu, no trabalho, a área dos Direitos Ambientais.Continuar lendo “Água Murcha”
Doce menina
Amigos: Estimulado por vocês, que curtem, comentam e compartilham meus poemas, voltei a escrever com certa frequência.Hoje pela manhã veio-me a ideia de uma pequena joia. Daí surgiu este soneto: Doce meninaUma pequena joia, envelhecida,Numa caixinha velha, pequenina,Lembrou-me de você, doce menina,Muitos anos atrás, quase esquecida! Era um dia qualquer. Eu, de partidaPra mais umaContinuar lendo “Doce menina”
Raio de sol
Hoje quero recordar um poema – que escrevi uns vinte anos atrás – o qual pode ter duas leituras. Fica a critério do leitor escolher: direto, isto é, do primeiro ao último verso, ou, ao contrário, do último para o primeiro. As duas leituras têm sabores ligeiramente diferentes, mas o conjunto é queContinuar lendo “Raio de sol”
Tempestade
Amigos, eu estava conversando no Facebook, com Ivani Fernandes e Luiz Lima, ao mesmo tempo em que compunha um soneto, exatamente sobre aquele assunto de nossa conversa. Acabo de concluí-lo. Aí vai: Tempestade Que dor é esta, que me fere o peito, Quando chego na praia e sinto o vento Se percebo estes barcos aoContinuar lendo “Tempestade”
Sentimento
Ainda na linha do último poema que postei aqui, transcrevo um novo poema, com a data de hoje, feito a partir de um antigo. Sentimento Ontem fundeamos nós dois, os braços como amarras, no longo mar da noite, debaixo de uma lua zenital, minguante e fria. Ah mulher! Eu tenho ainda em minha boca oContinuar lendo “Sentimento”
Náufrago
O poema que desejo postar hoje data do meu tempo das grandes paixões. Jovem, apaixonado, tenso, exigente, cheio de amor. Sei que agora, idoso, 74 anos, ainda guardo na alma o mesmo fogo, a mesma angústia, a mesma dor de viver. Mas reconheço que não tenho mais a energia de outrora. Eis o poema: NáufragoContinuar lendo “Náufrago”
Poema de amor
Amigos: Acabo de escrever um poema. Ei-lo: Poema de amor Amor. Essa agonia dentro, íntima, Na alma. Amor. Esse desejo de estar junto, de sentir A pele. Que sobe pelo corpo e se Derrama. E cai E flui E rasga E queima E arde E nasce Como o sol, Como a lua, ComoContinuar lendo “Poema de amor”