Melhor Vinho À mulher amada “Construir um caminho”, nossa meta, Tendo sempre o destino por um fio, Coragem de vencer calor e frio, Atitude de luta, alma inquieta. É gosto de lançar, como uma seta, O coração ardente, em desafio, Valoroso e tenaz, cheio de brio, À vida que nos chama e nos afeta. PorContinuar lendo “Melhor vinho”
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Canção abençoada
Na esteira do soneto de ontem, deixo este outro, de tema semelhante, agradecendo a todos os amigos que curtiram, comentaram e compartilharam a homenagem a minha mãe. Escolho outra fotografia, da mesma festa dos 95 anos dela, dois anos atrás, pois foi certamente a última reunião de família em que ela conversou, cantou, aplaudiu, atéContinuar lendo “Canção abençoada”
Soneto à Mãe Amada
Hoje vou relembrar a vocês que cuido, aqui em casa, de minha mãe, que vai fazer, a 16 de junho próximo, 97 anos. Ela está bastante fragilizada, permanentemente acompanhada de Cuidadoras que se revezam e, além disso, assistida por uma empresa de Home Care. Contudo, quando de alguma forma desperta de seu longo sono, éContinuar lendo “Soneto à Mãe Amada”
Arlequim
Desde sempre admirei, em especial, um soneto de Bocage, cujo sentido profundo, de paixão e vida, me encantava. Transcrevo-o abaixo, para recordação dos amantes da Poesia: Meu ser evaporei na lida insanado tropel de paixões que me arrastava. Ah! Cego eu cria, ah! mísero eu sonhava em mim quase imortal a essência humana. De que inúmerosContinuar lendo “Arlequim”
Velho pescador
Um poema, na verdade uma releitura de poema, a partir de um rascunho datado de 8 de junho de 2003, inspirado pela foto de um velho pescador na praia de Jupatituba, no Pará. A fotografia foi enviada por Daltro Oliveira.Velho pescador O velho pescador ensinou-me este silêncio, o silêncio da espera, entre o mar eContinuar lendo “Velho pescador”
Uma gatinha
O poema de hoje é uma homenagem especial a uma pessoa especial, que eu muito amo, a menina que cuidou da gatinha da história.Uma gatinhaPassou aqui em casaum gatinha: dengosa, silenciosa, cheia de segredos. Passeava por todo canto em suaves meneios, alteando o dorso e levantando a cauda. Parecia um arco de violino a caudaContinuar lendo “Uma gatinha”
Eu te ofereço
Entre as cantigas d’amigo do século XII, da região do Entre Douro e Minho, em Portugal, havia as “cantigas marinhas ou barcarolas”, em que o “eu lírico”, a mulher, falava de seu amor, de seu amigo, cuja ausência se devia ao mar. A interlocutora preferida dessa mulher queixosa era sua mãe – “madre”, em galaico-português,Continuar lendo “Eu te ofereço”
Velho navio
O poema que transcrevo a seguir lembra o Navio Oceanográfico, ex-Navio-Escola, “Almirante Saldanha”, no dia de sua Mostra de Desarmamento, isto é, no dia em que deu baixa do serviço ativo, depois de 56 anos contínuos de serviço ativo. O poema emprega imagens que devo explicar. Somente quem teve a graça de servir nele, navioContinuar lendo “Velho navio”
Quem terá razão?
Amigos: Desde ontem estou sem o Office. Houve um pequeno “acidente” no meu computador e fiquei assim. Então estou escrevendo esta mensagem diretamente na minha página do Facebook. Não tenho como acessar o Word, pelo menos até amanhã, e, por isso, não posso pesquisar os arquivos com meus poemas. Não faz mal. Há um poemaContinuar lendo “Quem terá razão?”
Deriva
A redondilha – verso redondo – teve origem na Espanha e generalizou-se em Portugal no século XVI, referindo-se inicialmente a qualquer verso curto; a estrofe poderia usar qualquer número de versos e tipo de rima. Mais tarde passou a designar os versos pentassílábicos (redondilha menor) e os heptassílábicos (maior), em oposição popular à estrofe líricaContinuar lendo “Deriva”