Canção abençoada

Na esteira do soneto de ontem, deixo este outro, de tema semelhante, agradecendo a todos os amigos que curtiram, comentaram e compartilharam a homenagem a minha mãe. Escolho outra fotografia, da mesma festa dos 95 anos dela, dois anos atrás, pois foi certamente a última reunião de família em que ela conversou, cantou, aplaudiu, atéContinuar lendo “Canção abençoada”

Soneto à Mãe Amada

Hoje vou relembrar a vocês que cuido, aqui em casa, de minha mãe, que vai fazer, a 16 de junho próximo, 97 anos. Ela está bastante fragilizada, permanentemente acompanhada de Cuidadoras que se revezam e, além disso, assistida por uma empresa de Home Care. Contudo, quando de alguma forma desperta de seu longo sono, éContinuar lendo “Soneto à Mãe Amada”

Eu te ofereço

Entre as cantigas d’amigo do século XII, da região do Entre Douro e Minho, em Portugal, havia as “cantigas marinhas ou barcarolas”, em que o “eu lírico”, a mulher, falava de seu amor, de seu amigo, cuja ausência se devia ao mar. A interlocutora preferida dessa mulher queixosa era sua mãe – “madre”, em galaico-português,Continuar lendo “Eu te ofereço”

Quem terá razão?

Amigos: Desde ontem estou sem o Office. Houve um pequeno “acidente” no meu computador e fiquei assim. Então estou escrevendo esta mensagem diretamente na minha página do Facebook. Não tenho como acessar o Word, pelo menos até amanhã, e, por isso, não posso pesquisar os arquivos com meus poemas. Não faz mal. Há um poemaContinuar lendo “Quem terá razão?”

Deriva

A redondilha – verso redondo – teve origem na Espanha e generalizou-se em Portugal no século XVI, referindo-se inicialmente a qualquer verso curto; a estrofe poderia usar qualquer número de versos e tipo de rima. Mais tarde passou a designar os versos pentassílábicos (redondilha menor) e os heptassílábicos (maior), em oposição popular à estrofe líricaContinuar lendo “Deriva”