Alvorecer na Rasa de Guaratiba

            Quando minha primeira esposa, Hildette, estava ficando esquecida, antes da enfermidade que a levou à morte, dediquei-lhe o poema que hoje lhes mostro: Alvorecer na Rasa de Guaratiba Na Rasa de Guaratiba encontrei meu grande amor,  entre gaivotas ligeiras esperando o sol se pôr… Toda tarde, elas se chegam,Continuar lendo “Alvorecer na Rasa de Guaratiba”

Liturgia e Presença silenciosa

Desde que comecei a postar aqui meus poemas, de vez em quando me assalta a dúvida quanto à frequência de postagem. Mas hoje vou passar além dessa dúvida, porque tenho dois outros poemas que muito têm a ver com este primeiro, que publiquei logo pela manhã. O primeiro desses dois poemas é uma espécie deContinuar lendo “Liturgia e Presença silenciosa”

Pés descalços

Hoje, domingo, um poema mais alegre, pois, apesar de tudo, a vida continua!Pés descalços Para EdnaPés descalços, nus,no areal sem fim,mares tão azuis,pôr de sol carmim… Só nós dois ali,neste mundo aflito,rolando no espaçodo céu infinito… Crepúsculo cego que cai sobre o mar,e horizonte vasto,aberto, a chamar… Soltos pela vida,livres para amar,sem limite ou rumoa voar,Continuar lendo “Pés descalços”

Silvery whale

Especialmente para quem curte poesia na língua inglesa Amigos, vou republicar aqui a versão para o inglês do poema “Baleia Cinza”, feita por meu estimado amigo Antonio Sepulveda, uma vez que, deixando abaixo da publicação feita vários dias atrás, não recebe o destaque que merece:  Silvery whale By Lucimar Luciano de OliveiraTranslated into English by AntonioContinuar lendo “Silvery whale”