Capelinha silenciosa

Poema escrito na capela da Escola Naval, Ilha de Villegagnon, em algum dia de 1959 (aos meus 19 anos), dedicado ainda à Hildette, minha primeira esposa, falecida em 2007. Uma capelinha bizantina, com um ícone de Nossa Senhora por trás do altar. Capelinha silenciosa Sentei sozinho naquele banco pintado de verde. Os mesmos pássaros cantavam,Continuar lendo “Capelinha silenciosa”

Olhos de chuva

Transcrevo, abaixo, o poema que entreguei no primeiro encontro com a Hildette, minha saudosa primeira esposa, depois de eu ter-lhe proposto namorarmos. Este poema faz parte do meu próximo livro, “Mar-em-mim” (poemas de mar e de paixão): Olhos de chuva Rio de Janeiro, 10 de janeiro de 1959, primeiro encontro com Hildette Dói-me pensar emContinuar lendo “Olhos de chuva”

Primeiros versos

Amigos: Estou preparando a primeira versão de meu futuro livro de poemas. Eu o tinha denominado “Mar-em-mim”, mas alterei o título, provisoriamente, para “Poemas de Mar e de Paixão”. Já tenho a análise feita por meu grande amigo de marinha Ronald Guimaraes, à guisa de prefácio, e, no momento, os poemas estão sendo lidos pelaContinuar lendo “Primeiros versos”

Presunto na geladeira

Ainda anos 70, “minha fase de protesto”: Presunto na geladeira Não, não é preciso contestar mais nada, vamos todos contestar a contestação! Viva o samba, viva o mundo, viva tudo, viva eu. Não é preciso contestar mais nada, estamos felizes de participar da era da comunicação: o som de Gal, o som de Elis, oContinuar lendo “Presunto na geladeira”

Os bêbados

Hoje, uma alegoria sobre “os bêbados” (poema de meu próximo livro, de título provisório “Mar-em-mim”). Os bêbados Todos os bêbados estavam lúcidos na noite, porque todos os bêbados sabiam da verdade e se embebedavam de verdade na verdade. (No sangue das notícias havia um rastro de vida.) E se diziam, os bêbados, sorrindo, as coisasContinuar lendo “Os bêbados”