Poemas são como filhos Poemas são como filhos, não se põem no lixo. Poemas são como anseios, dores, cantos, não se calam. Poemas são como o sol, a lua e as estrelas, permanecem, para sempre. Os poemas que eu não quis, nunca vou esquecê-los. A carta que eu rasguei, era a que mais me tocava.Continuar lendo “Poemas são como filhos”
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Poemeto para Edna
Poemeto para Edna O coração explode de emoção, na contramão do meu destino. E canta um hino ao pôr do sol neste arrebol da minha vida. Vou misturar meu vinho com cachaça, achando graça dessa loucura. E sair com você pelas esquinas fazendo rimas pra viver. Vamos sair por aí, por essas ruas, loucamente, desesperadamenteContinuar lendo “Poemeto para Edna”
Saudação a 2015
Um soneto para o ano que está começando: Saudação a 2015 Saúdo o ano novo que anuncia, Novos passos de vida, nova história, Esta manhã de sol, de luz, de glória Um prenúncio de paz e de alegria! Mensageiro que chega, neste dia, Iluminando espaços da memória, E quer aqui deixar dedicatória Neste momento bom,Continuar lendo “Saudação a 2015”
Nova messe
Chegou o último dia de 2014. Para marcar esta data, publico o soneto de hoje: Nova messe Em fogos de artifício, na amplidão, Findou-se um ano mais, e desta vez Eu sinto que fugiu, com suas leis, O tempo, entre meus dedos, sem razão… Entre bolhas de espuma, de sabão, Partem meus sonhos, neste fimContinuar lendo “Nova messe”
Não é um dia qualquer
Na contagem regressiva deste fim de ano, um desejo, uma emoção, uma prece! Não é um dia qualquer Não, não é um dia qualquer, um desses dias comuns, sem graça alguma. Se olho pela janela do nosso quarto, não vejo só essas nuvens brancas, e o céu azul, prenunciando bom tempo. E se escuto oContinuar lendo “Não é um dia qualquer”
Brava espia
Estamos nos últimos dias de 2014. Hoje, 28/12, quero homenagear os homens do mar. Não apenas no seu trabalho duro, enfrentando a intempérie, a distância, a saudade de casa. Mas também no seu repouso sagrado. Para isso, publico o soneto “Brava Espia”, escrito para o grupo dos Poenautas, a partir de uma fotografia enviada peloContinuar lendo “Brava espia”
Velho lobo, velho barco
Quando o comandante Antônio Carlos de Oliveira e Silva faleceu, há alguns anos, dediquei-lhe o soneto abaixo. Hoje, neste final de ano, publico-o nesta página, para lembrar o velho amigo, acima de tudo marinheiro: Velho lobo, velho barco Velho lobo do mar, bem navegado, Na pernada final do seu destino, Partiu sozinho, intenso, peregrino, PeloContinuar lendo “Velho lobo, velho barco”
O Amor que se revela
Hoje é Véspera de Natal. Natal de Jesus Cristo. Para comemorá-lo, além das rabanadas e dos panetones, e das taças de vinho e dos presentes, precisamos conhecer quem é esse Homem, de onde ele vem, o que de novo ele veio nos dizer. Ele é “o Amor que se revela”: O Amor que se revelaContinuar lendo “O Amor que se revela”
Torpor de mundo
Aproxima-se o Natal de Cristo. Quero, por isso, deixar aqui um poema dedicado ao Cristo de Todos os Caminhos: Torpor de Mundo Quero sacudir de mim este torpor de mundo, esta poeira de tristeza, este enjoo. Sacudir de mim o pó da tarde. Sacudir de mim o gosto amargo das indecisões, o gosto amargo dasContinuar lendo “Torpor de mundo”
Esperando
Participo a todos os meus amigos que hoje recebi a seguinte comunicação: Prezado Comte Lucimar, participo que o senhor foi agraciado com o PRÊMIO DESTAQUE EM QUALIDADE DE TEXTO E CONTEÚDO LITERÁRIO em 2014, promovido pelo Círculo Literário do Clube Naval, pelo poema “ESPERANDO”. A premiação consta da republicação, em destaque, nesta última edição doContinuar lendo “Esperando”