“Orai sem cessar!” Liturgia Como a flor que na relva se escondia, entre as sombras da noite, à luz do dia despertai! E se a lua, nas águas mergulhada, tremular, à silente madrugada, amanhecei! Mesmo a chuva molhando, a cada instante, a estrada, a dor, o chão do passo errante, caminhai! Quando a luta daContinuar lendo “Liturgia”
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Contraponto
Edna viajou a serviço, para Brasília. Sem ela, a casa fica vazia. Contraponto Não me atraiam os teus olhos, mas o que por trás deles se vê. Não me falem tuas palavras, mas os silêncios do teu ser. Não me excitem os traços do teu corpo, mas a tua inteira presença por si mesma, oContinuar lendo “Contraponto”
Deriva
Hoje, 13 de dezembro, é o Dia do Marinheiro. Por isso, em homenagem a todos os que viveram ou vivem do Mar, publico meu poema “Deriva”. Deriva Quem sabe os mares, quem sabe os mares e seus navios, pra onde vão? Noutros lugares, se me encontrares, traze contigo tua paixão… Que eu quis o mundoContinuar lendo “Deriva”
Duas rosas
Encontrei este velho poema rascunhado, jogado numa velha gaveta, tratando de velhas saudades… Duas rosas Duas rosas murchas sobre a mesa, lembrança que restou do buquê que te dei, no dia de tua volta do hospital. Duas rosas, rosa-choques, caídas sobre a tábua lisa, entre livros, tocos de vela, velhas molduras e retratos, sem vida.Continuar lendo “Duas rosas”
Poema de Natal 2
Amigos: O “Poema de Natal 1”, ontem publicado, tem a perspectiva original da Natividade: o presépio, os pastores, os animais, a visita dos Magos. Mas há outro “poema de Natal”, o de número 2, com a perspectiva do homem, do eu interior, diante da riqueza “invisível” do Cristo que nasceu. Aí está: Poema de NatalContinuar lendo “Poema de Natal 2”
Poema de Natal 1
Um poema de Natal para todos os meus amigos e amigas. Que a Luz do Natal nos ilumine a todos. Que o Amor prevaleça. E o Perdão, a Compaixão e a Solidariedade se espalhem pelas nossas ruas, praças e cidades. Poema de Natal 1 No silêncio da meia-noite os homens cansados chegam, eles vêm deContinuar lendo “Poema de Natal 1”
Final do desafio
Como prometido, segue abaixo o final do “desafio”: Rocha de Oliveira: Chamar esse afã de disputa É honrar por demais o marujo Que ante a fama que o Mestre desfruta Não é mais que um grumete pé sujo Se é do Mestre a voz de encerrar Não me cabe reparos fazer Mas pra toda verdadeContinuar lendo “Final do desafio”
Continuação do desafio (Rocha e Lucimar)
Temos apresentado aqui os “desafios” em versos, entre os membros do grupo “Poenautas”, de velhos homens do mar. Continuação do desafio (Rocha e Lucimar) Rocha de Oliveira: Bem cedo de madrugada, vagueia meu pensamento, na praia toda enfeitada pelos caprichos do vento… Ando lento e pensativo entre os destroços que o mar no seu arfarContinuar lendo “Continuação do desafio (Rocha e Lucimar)”
Continuação do desafio
Ontem comecei a publicar aqui alguns desafios em versos, ao correr do ano de 2004, do grupo “Poenautas”, constituído por velhos homens do mar, oficiais de marinha reformados. Aí vai a continuação: Rocha de Oliveira Trabalha um pouco mais lento Oh, amigo Lucimar! Que inspiração é como o vento Bem o sabes, pois és doContinuar lendo “Continuação do desafio”
“Desafio” sobre razão versus coração
Houve um tempo em que debatíamos em versos, por e-mail, meu amigo Rocha de Oliveira, colega de profissão, e eu próprio. Destaco aqui alguns trechos de um desses “desafios”. O tema acabou sendo a oposição razão versus coração. No meio do desafio, em dado momento, mandei ao Rocha estas redondilhas: Veja, então, querido amigo, que as ânsiasContinuar lendo ““Desafio” sobre razão versus coração”